Confucianism and Puritanism are mutually exclusive types of rational thought, each attempting to prescribe a way of life based on religious dogma.
Notably, they both valued self-control and restraint and did not oppose accumulation of wealth.
However their goal was different: Confucianism's goal was "a cultured status position", while Puritanism's goal was to create individuals who are "tools of God".
The intensity of belief and enthusiasm for action were rare in Confucianism, but common in Protestantism. This contributed to the development of capitalism in the West and the absence of it in China.
Hinduism in India was a barrier for capitalism. The Indian caste system made it very difficult for individuals to advance in the society beyond their caste.
Meaning of life as otherworldly mystical experience. The social world is fundamentally divided between the educated elite, following the guidance of a prophet or wise man and the uneducated masses whose beliefs are centered on magic. Reaching to the educated elites and enlightening them on the proper ways to live one's life, usually with little emphasis on hard work and the material world.
Judaism not only fathered Christianity and Islam, but was crucial to the rise of the modern Occidental state; Judaism's influence was as important as Hellenistic and Roman cultures. Innerworldly asceticism developed by Western Christianity with mystical contemplation of the kind developed in India some aspects of Christianity sought to conquer and change the world, rather than withdraw from its imperfections.This fundamental characteristic of Christianity (when compared to Far Eastern religions) stems originally from ancient Jewish prophecy
Friday, February 6, 2015
Friday, January 23, 2015
Um mundo sem DEUS - Um mundo da EXISTÊNCIA
Com
Gautama Buda a religião deu um salto. Deus tornou-se sem sentido e somente a
meditação era importante. Agora, vinte e cinco séculos após Buda, novamente a
religião está dando o salto em sua presença e tornando-se religiosidade. Por
favor, fale sobre este fenômeno.
O
crédito de trazer um salto na religião regride vinte e cinco séculos antes de Gautama Buda
para Adinatha, que foi quem pela primeira vez, pregou religião sem Deus.
Isso foi uma tremenda revolução porque em nenhum lugar do mundo nunca havia sido
concebido que a religião pudesse existir sem Deus. Deus era uma
parte essencial - o centro - de todas as religiões: Cristianismo, Judaísmo,
Maometismo. Mas
para fazer de Deus o centro da religião torna o homem apenas uma periferia. Conceber
Deus como criador do mundo torna o homem apenas um boneco. Eis porque em
Hebreu, que é a língua do Judaísmo, o homem é chamado de Adão. "Adão"
significa lama. Em
Árabe o homem é chamado de "admi"; que vem
da palavra Adão, novamente significa lama. Em inglês, que se tornou a língua do cristianismo, a
palavra humano vem de "humus", que significa lama. Se
Deus é o criador, naturalmente, ele tem que criar a partir de alguma coisa. Ele
teve que fazer o homem como uma estátua, assim, primeiro ele fez o homem da
lama e depois soprou a vida nele. Mas
se foi assim o homem perde toda sua dignidade e se Deus é o
criador do homem e de tudo mais, a idéia toda é cômica porque o que ele esteve
fazendo por toda a eternidade antes de criar o homem e o universo? De acordo
com o Cristianismo, Deus criou o homem apenas quatro mil e quatro anos antes de
Jesus Cristo. Assim,
o que ele esteve fazendo por toda a eternidade? Isso parece cômico. Não pode
haver nenhuma causa, porque para ter uma causa pela qual Deus tivesse que criar
a existência significa que existem poderes acima de Deus, existem causas que
podem fazê-lo criar. Ou existe a possibilidade de que subitamente brotou um
desejo nele. Isso também não soa bem filosoficamente, porque por toda a
eternidade ele sempre foi sem desejos. E ser sem desejos é tão glorioso que é
impossível conceber que de uma experiência de eterna bem-aventurança um desejo
de criar o mundo brote nele. Desejo é desejo, seja para querer fazer uma casa ou
tornar-se primeiro ministro ou criar o mundo. E Deus não pode ser concebido
como tendo desejos. Assim a única coisa que resta é que ele é cômico,
excêntrico. Então
não há necessidade de causa e nenhuma necessidade de desejo - apenas um
capricho. Mas, se toda essa existência vem apenas de um capricho ela perde todo
sentido, todo significado. E amanhã outro capricho pode surgir nele para
destruir, para dissolver todo o universo. Assim somos
simplesmente bonecos nas mãos de um Deus ditatorial que tem todos os poderes,
mas que não tem uma mente sã, que é caprichoso.
Para
conceber isso cinco mil anos atrás, Adinatha deve ter sido um profundo meditador,
contemplativo e ele deve ter chegado à conclusão que com Deus, não há sentido
no mundo. Se quisermos que o mundo tenha sentido então Deus tem que
ser eliminado. Ele deve ter sido um homem de tremenda coragem. As pessoas
ainda estão adorando Deus nas igrejas, nas sinagogas, nos templos; mesmo assim
este homem Adinatha cinco mil anos atrás chegou a uma conclusão científica precisa de que não existe
nada superior ao homem e qualquer evolução que venha a acontecer será no
próprio homem e em sua consciência.
Este
foi o primeiro salto - Deus foi eliminado. Adinatha é o primeiro mestre do Jainísmo. O
crédito não vai para Buda porque Buda vem vinte e cinco séculos depois de Adinatha. Mas
outro crédito vai para Buda. Adinatha eliminou Deus, mas não conseguiu pôr a meditação
em seu lugar. Pelo contrário, ele criou asceticismo, austeridades, torturando o
corpo, jejuando, despindo-se, comendo apenas uma vez por dia, não bebendo à
noite, comendo apenas certos alimentos. Ele chegou a uma bela
conclusão filosófica, mas parece que a conclusão era
somente filosófica, não era meditativa. Quando você
depõe Deus você não pode ter nenhum ritual, você não pode ter adoração, você
não pode ter oração, algo tem que ser substituído. Ele substituiu por austeridades,
porque o homem tornou-se o centro de sua religião e o homem tem que se
purificar. Pureza em seu conceito era de que o homem tinha que se separar do
mundo, tinha que se separar de seu próprio corpo. Isso distorceu a coisa toda.
Ele chegou a uma conclusão muito significativa, mas isso permaneceu apenas um
conceito filosófico.
Você eliminou Deus, você eliminou a oração deles e agora quando
ele se sentir miserável, o que ele fará? No Jainismo não há lugar para a
meditação. Adinatha criou uma religião sem Deus; Buda criou uma religião
meditativa. Meditação é a contribuição de Buda. A questão não
é torturar o corpo; a questão é tornar-se mais silencioso, tornar-se mais
relaxado, tornar-se mais pacífico. É uma jornada interior
até alcançar nosso próprio centro da consciência e o centro de nossa própria
consciência é o centro de todo o universo.Meu esforço é deixá-lo só com a
meditação sem nenhum mediador entre você e a existência. Quando você não está
em meditação você está separado da existência e este é o seu sofrimento.
Por religião quero dizer uma doutrina organizada, credo, ritual,
sacerdócio. E pela primeira vez, quero que a
religião seja absolutamente individual, pois toda a religião organizada, seja
com Deus ou sem Deus, tem iludido a humanidade. E a
única causa tem sido organização, porque a organização tem seus próprios meios
que vão de encontro à meditação. A
organização é realmente um fenômeno político, não é religioso. O homem é
absolutamente livre, totalmente responsável por seu próprio crescimento. Deixem apenas a
meditação, então ela não poderá ser esquecida de maneira nenhuma. Não há nada
que possa substituí-la. Não há nenhum Deus e não há nenhuma religião. Foi um
insight de Buda perceber que Deus foi deposto; agora o vazio deve ser
preenchido, senão o vazio irá destruir o homem. Ele colocou a meditação - algo
realmente autêntico, que pode transformar todo o ser. O problema real é o sacerdote,
e Deus é uma invenção do sacerdote. Se você eliminar o
sacerdote, você pode eliminar Deus, mas os padres sempre encontrarão novos
rituais, eles criarão novos deuses.
Adinatha depôs Deus, mas não depôs a organização. E porque
não havia nenhum Deus, a organização criou o ritual. Buda, vendo o que
aconteceu ao Jainísmo, que tinha se tornado um ritualismo, abandonou Deus.
Abandonou todos os rituais e simplesmente insistiu na meditação, mas ele
esqueceu que os sacerdotes que criaram o ritual no Jainísmo iram fazer o mesmo
com a meditação. E eles o fizeram, transformaram o próprio Buda em um Deus. Eles falam sobre meditação mas os Budistas são
basicamente adoradores de Buda -
Eles vão ao templo e ao invés de Krishna ou Cristo há uma estátua de Buda. Não havia
nenhuma estátua de Buda por quinhentos anos depois de Buda. Nos templos budistas eles têm somente a
árvore sob a qual Buda tornou-se iluminado, gravada no mármore, apenas um
símbolo. Buda não estava lá, somente a árvore.
Você
ficará surpreso de saber que a estátua de Buda que vemos hoje não possui
nenhuma semelhança com a personalidade de Buda, se assemelha com a
personalidade de Alexandre, o Grande. Alexandre, o Grande veio para a Índia
trezentos anos depois de Buda. Até então não havia nenhuma estátua de Buda. Os
sacerdotes estavam buscando pois não havia nenhuma fotografia, não havia
nenhuma pintura, então como fazer uma estátua de Buda? E a face de Alexandre
parecia realmente um super-homem, ele tinha uma bela personalidade, a face e a
psicologia Grega; eles pegaram a idéia da face de Buda e o corpo de Alexandre.
Assim todas as estátuas que estão sendo adoradas nos templos
Budistas são estátuas de Alexandre, o Grande, elas não tem nada a ver com Buda.
Mas os sacerdotes tinham que criar uma estátua - Deus não estava lá. Rituais eram difíceis. Em torno da
meditação os rituais eram difíceis. Eles criaram a estátua e começaram a dizer
- do mesmo jeito que todas as religiões estiveram fazendo - tenham fé em Buda,
confiem em Buda, e vocês serão salvos. Ambas revoluções ficaram perdidas.
Eu
gostaria que o que estou fazendo não se perca. Assim, estou tentando de todas
as maneiras possíveis abandonar todas essas coisas que no passado foram
barreiras para a revolução continuar e crescer. Não quero
que ninguém fique entre o indivíduo e a existência. Nenhuma oração, nenhum
sacerdote, você sozinho é suficiente para encarar o nascer do sol, você não
precisa de alguém interpretar para você como o nascer do sol é belo.
Lao Tzu costumava passear nos montes. Um
amigo lhe perguntou, Posso ir um dia com você? Eu particularmente gostaria de vir
amanhã, porque tenho um hóspede que está muito interessado em você e ele será
imensamente grato de ter a oportunidade de estar com você por duas horas nas
montanhas. Lao Tzu disse: Não tenho objeções, apenas uma coisa simples deve ser
lembrada. Não quero que coisa alguma seja dito porque tenho meus
olhos, você tem seus olhos, ele tem os olhos dele, podemos ver. Não há
necessidade de falar nada. Estava tão bonito ao lado do lago, o
reflexo de todas as cores, os pássaros cantando e os lótus florescendo, brotando,
ele não pode resistir, ele esqueceu. Ele disse, Que belo nascer do sol. Seu
anfitrião ficou chocado porque ele havia quebrado a condição. Lao Tzu não disse
nada, nada foi dito então. De volta em casa ele chamou seu amigo e lhe disse,
"não traga mais seu hóspede. Ele é muito tagarela".
O
nascer do sol estava lá, eu estava lá, ele estava lá, você estava lá - qual a
necessidade de dizer algo, qualquer comentário, qualquer interpretação? E esta
é a minha atitude: você está aqui, todo indivíduo está aqui, toda existência
está disponível. Tudo que você precisa é apenas ficar em silêncio e escutar
a existência. Não há nenhuma necessidade de qualquer religião, não há
necessidade de qualquer Deus, não há necessidade de qualquer sacerdócio, não há
necessidade de qualquer organização. Eu confio categoricamente no indivíduo.
Ninguém até agora tinha confiado no indivíduo dessa maneira. Depois todas as
coisas podem ser removidas. Agora tudo que restou para você é um estado de meditação,
que simplesmente significa um estado de silêncio absoluto. A
palavra meditação a faz parecer mais pesada. É melhor chamá-la apenas de um
simples, inocente silêncio, e a existência abre toda sua beleza para você. E à medida que isso vai crescendo,
você vai crescendo, e chega o momento quando você alcançou o pico da sua
potencialidade - você pode chamar isso de estado Búdico, iluminação, bhagwatta, divindade,
qualquer que seja, isso não tem nome, então qualquer nome servirá.
Thursday, December 18, 2014
Living in the End Times by Slavoj ŽižekMy rating: 4 of 5 stars
A hipotese comunista torna-se cada vez mais plausivel a medida que o capitalismo global que manipula estados nacionais e seus sistemas politicos e economico (Grecia, Argentina, China, Vietnam, Estado Unidos) ganha forca como alternativa a solucao da crise frente a solucoes nacionalistas (Tea Party, Nacionalismo Grego e Espanhol) que buscam bode-expiatorio (imigrantes) para conter os animos do cidadao medio e continuar beneficiando os ricos ( O Tea Party propunha resolver a crise economica concedendo mais cortes de impostos para os ricos).
A civilizacao ocidental e sua democracia de vitrine sustenta a ilusao que vivemos uma democracia plena que so serve para legitimar o status quo. A democracia foi desvirtuada pela midia que eh a pastora da manada de eleitores/telespectadores.
A verdade esta num governo simbolicamente eleito que nao defende seus eleitores ou num governo que nao foi eleito por um grupo de eleitores mas segue uma cartilha tecnocratica que garante um bem estar minimo e assegura uma exploracao com crescimento economico conforme a bomba relogio do regime do partido comunista (tecnocracia alheia ao estado).
A hipocrisia liberal politicamente correta promove a pecados capitais como a seducao e vaidade que levam a sua deturpacao moral...Mulher objeto tao perverso quanto a mulher burka da civilizacao machista que combate a sensualizacao transferindo para a mulher de forma tbm perversa a culpa do desejo masculino.
View all my reviews
Friday, December 12, 2014
Desigualdade e Tributação no Brasil pic.twitter.com/6tk9FOkl8Y
— larry david jr (@JrLdv) December 12, 2014
Por Que o Brasil Cresce Pouco?
Oct 10, 2014
| rating | 3 of 5 stars | |
|---|---|---|
| bookshelves | read | |
| status | Read from October 10 to December 12, 2014 | |
| updates | view all 2 status updates | |
| review | Um privilegiado defendendo o fim dos privilégios para os historicamente mais privilegiados colonizadores tupis. Para cada burocrata aposentado o governo gasta o equivalente a 27 trabalhadores celetistas aposentados. A classe patrimonialista construiu e sustentou seu regime econômico antes escravocrata agora plutocrata em que o Estado sob a legitimidade da democracia e da desigualdade assume um papel de distribuidor, mas acaba por redistribuir muito mais para si do que para os mais pobres maioria política num país tão desigual. Isso gera um processo que ele chama de redistribuição dissipativa. + infos interessantes: O governo concentra renda redistribuindo benesses para os ricos (alta burocracia, empresários rentseekers ineficientes) e distribui por meio de programas como o Bolsa Família. (detalhe o Bolsa família é insignificante sob o ponto de vista orçamentário se comparado ao custo repassado aos rentseekers Bancos, Burocratas, Empreiteiras, Empresas Ineficientes). Sugere-se que o Estado mantenha-se democrático para a construção de instituições cada vez mais sólidas e que se vise a disciplina fiscal para evitar que ação coletiva de grupos que não querem largar as tetas da Pátria nostra Mama Gentil. Uma sacada política é que só em momentos de crise reformas mais pragmáticas e objetivas são promovidas (Com o golpe militar que criou o PAEG, Reforma Financeira e Tributária para atender as demandas dos mais ricos e a privatização/responsabilidade fiscal/controle da inflação que FFHHCC fez a supostamente para atender o interesse de todos sobretudo dos mais pobres arhhhh cough cough). Eu incluiria tbm o difícil período que incubou as políticas públicas do governo PT com Palocci na fazenda segurando as pontas na fazenda com um setor privado ainda desconfiado de um governo vermelho e o desenho de políticas publicas para redução da desigualde que foram decisivas para aprovação de sucessivas eleições presidenciais. Mas que pode agora tá dando merda devido a incapacidade do governo vermelho com viés gastador não conseguir conter a sede vampiresca dos velhos oligarcas rentseekers (PMDB, Alguns Sindicatos, Alta Burocracia, Empresários Ineficientes, Jose Sarney, tucanalhas e petralhas da nostra tupilandia....)(less) | |
![]()
Luiz sindicatos TANTOS PATRONAIS como de "trabalhadores entre aspas"
Desigualdade e Tributação no Brasil pic.twitter.com/6tk9FOkl8Y
| ||
The free market is an impossible utopia
www.washingtonpost.com/blogs/monkey-cage/wp/2014/07/18/the-free-market-is-an-impossible-utopia/
The free market is an impossible
utopia
Polanyi
argues that the attempt to create amarket society is fundamentally threatening to human society and the common good. When these public goods and social
necessities (what Polanyi calls “fictitious commodities”) are treated as if they are commodities produced for sale on the
market, rather than protected rights, our social world is endangered and major
crises will ensue.
Polanyi
makes it clear that today’s vexing economic problems are almost entirely political problems.Taking Polanyi seriously
means rejecting the illusion of a “deregulated” economy. What happened in the name of
“deregulation” has actually been “reregulation,” this time by rules and
policies that are radically different from those of the New Deal and Great
Society decades help giant corporate and financial institutions maximize their
returns through revised anti-trust laws
(Courtesy: Harvard University Press)
Fred Block (research professor of sociology at University of
California at Davis) and Margaret Somers (professor of sociology and history at the University
of Michigan) have a new book, “The Power of Market Fundamentalism: Karl Polanyi’s
Critique” (Harvard University Press, 2014). The
book argues that the ideas of Karl Polanyi, the author of “The Great
Transformation,” a classic of 20th century political economy, are crucial if you
want to understand the recession and its aftermath. I asked the authors a
series of questions.
HF
- Your book argues for the continued relevance of Karl Polanyi’s work,
especially “The Great Transformation.” What are the ideas at the core of
Polanyi’s thought?
FB & MS – Polanyi’s core thesis is that there is
no such thing as a free market; there never has been, nor can there ever be.
Indeed he calls the very idea of an economy independent of government and
political institutions a “stark utopia”—utopian because it is unrealizable, and
the effort to bring it into being is doomed to fail and will inevitably produce
dystopian consequences. While markets are necessary for any functioning
economy, Polanyi argues that
the attempt to create amarket society is fundamentally threatening to human society and the common good. In the first instance the market is simply one of many different
social institutions; the second represents the effort to subject not just real
commodities (computers and widgets) to market principles but virtually all of what makes
social life possible, including clean air and water, education, health care,
personal, legal, and social security, and the right to earn a livelihood. When these public goods and social
necessities (what Polanyi calls “fictitious commodities”) are treated as if they are commodities produced for sale on the
market, rather than protected rights, our social world is endangered and major
crises will ensue.
Free market doctrine aims to liberate the economy from
government “interference”, but Polanyi challenges the very idea that markets
and governments are separate and autonomous entities. Government action is not
some kind of “interference” in the autonomous sphere of economic activity;
there simply is no economy without government rules and institutions. It is not
just that society depends on roads, schools, a justice system, and other public
goods that only government can provide. It is that all of the key inputs into the economy—land,
labor, and money—are only created and sustained through continuous government
action. The employment system,
the arrangements forbuying and selling real estate, and the supplies of money and credit are
organized and maintained through
the exercise of government’s rules, regulations, and powers.
By claiming it is free-market advocates who are the
true utopians,Polanyi
helps explain the free market’s otherwise puzzlingly tenacious appeal: It
embodies a perfectionist ideal of a world without “coercive” constraints on
economic activities while
it fiercely represses the fact that power and coercion are the unacknowledged
features of all market participation.
HF
- How do those ideas help us understand the vexing economic problems
we still face today?
FB & MS – By putting government and politics into
the center of economic analysis, Polanyi makes it clear that today’s
vexing economic problems are almost entirely political problems. This can effectively change the terms of modern political
debate: Both left and right today focus on “deregulation”—for the right it is a
rallying cry against the impediments of government; for the left it is the
scourge behind our current economic inequities. While they differ
dramatically on its desirability, both positions assume the possibility of a
“non-regulated” or “non-political” market. Taking Polanyi seriously means rejecting the
illusion of a “deregulated” economy. What happened in the name of
“deregulation” has actually been “reregulation,” this time by rules and
policies that are radically different from those of the New Deal and Great
Society decades. Although compromised
by racism, those older regulations laid the groundwork for greater equality and
a flourishing middle class. Government continues to regulate, but instead
of acting to protect workers, consumers, and citizens, it devised new policies
aimed to help giant corporate and financial
institutions maximize their returns through revised anti-trust laws, seemingly bottomless bank bailouts, and increased
impediments to unionization.
The implications for political discourse are
critically important: If regulations are always necessary components of
markets, we must not discuss regulation
versus deregulation but rather what kinds of regulations we prefer: Those designed to
benefit wealth and capital? Or those that benefit the public and common
good? Similarly, since the
rights or lack of rights that employees have at the workplace are always
defined by the legal system, we must not ask whether the law should organize the labor
market but rather what kinds of rules and rights should be entailed
in these laws—those that recognize that it is the skills and talents of
employees that make firms productive, or those that rig the game in favor of
employers and private profits?
HF – Polanyi argued against a line of thought that you
describe as “market fundamentalism,” which perhaps has its beginnings in
Malthus’s arguments two centuries ago. Why does Malthus’s way of thinking still
resonate in U.S. political debates over welfare and economic ‘reform?’
FB & MS – Malthus’s enduring contribution to
social policy was to make scarcity the virtuous disciplinary
necessity upon which rests the very possibility of a productive workforce. Polanyi explains how the original invention of a
market economy that could function independently of the state depended entirely
on a new body of ideas that began in earnest not with the liberalisms of
Hobbes, Locke or even Adam Smith, but with the new political economy of Malthus
and Ricardo. This way of thinking, which we call
social naturalism, conceived of society as governed by the same laws that
operate in nature—a conceit
that is necessary to make the idea of a
self-regulating market even
plausible. Social naturalism displaced
rationality and morality as the essence of humanity, and imposed biological instincts in their place,
making human motivations no different from those of the rest of the animal
kingdom: We are incentivized to labor (and earn wages) only because of our
primary biological drive to eat; and we are likewise content to rest once the
drive of hunger is satisfied.
From this perspective, it is the “natural” condition
of scarcity alone that disciplines the unemployed into voluntarily taking up
the bitter task of paid labor. If one removes that scarcity by “artificial”
means—by providing food stamps, unemployment benefits, an adequate minimum
wage—so too the incentive to work disappears. Hence the refrain made famous
during the 2012 election that 47 percent of Americans are “takers;” that
poverty relief will inevitably turn the safety net into a “hammock;” and that
food stamps and other hunger-relieving interventions have turned the “inner
city” into a “culture of dependence.” One would be hard pressed to draw any substantive distinctions
between the current conservative rhetoric, and that which flourished in the
early 19th century when Malthus led the campaign against social insurance and
the safety net. The reality, of course, then as now, is the poor have always
struggled to make do in the face of structural forces that they cannot control.
HF – You suggest that Polanyi’s arguments about the
“double movement” help explain the tea party movement among conservatives. What is the “double movement” and what forces is it
giving rise to in U.S. politics today?
FB & MS – Polanyi argued that the devastating
effects on society’s most vulnerable brought on by market crises (such as the
Great Depression in the 1930s) tends to generate counter movements as people
struggle to defend their livelihoods, their neighborhoods, and their cultures
from the destructive forces of marketization. The play of these opposing dynamics is the
double movement, and it always involves the effort to remobilize political
power to tame the apparent over-extension of market forces. The great
danger Polanyi alerts us to, however, is that mobilizing politics to protect
against markets run wild is just as likely to be reactionary and conservative,
as it is to be progressive and democratic. Whereas the American New Deal was
Polanyi’s example of a democratic counter movement, fascism was the classic
instance of a reactionary counter-movement; it provided protection to some while utterly destroying democratic
institutions.
This helps us to understand the tea party as a
response to the uncertainties and disruptions that free market globalization
has brought to many white Americans, particularly in the South and Midwest.
When people demonstrate against Obamacare with signs saying “Keep Your
Government Hands off My Medicare,” they are trying to protect their own health
care benefits from changes that they see as threatening what they have. When they express deep hostility to immigrants
and immigration reform, they are responding to a perceived threat to
their own resources—now considerably diminished from outsourcing and
deindustrialization. Polanyi teaches us that in the face
of market failures and instabilities we must be relentlessly vigilant to the
threats to democracy that are often not immediately apparent in the political
mobilizations of the double movement.
HF – The
European Union’s single currency creates many of the same tensions between
international rules and domestic society as the gold standard did a century
ago. What are the political consequences of these tensions?
FB & MS – We just saw in the European elections that right-wing, seemingly
fringe parties, came in first in France and the U.K. This is a response
to the continuing austerity policies of the European Community that have kept
unemployment rates high and blocked national efforts to stimulate stronger
growth. It might still be largely a
protest vote—a signal to the major parties that they need to abandon austerity,
create jobs, and reverse the cuts in public spending. But unless
there are some serious initiatives at the European Community and the global
level to chart a new course, we can expect that the threat from the nationalist
and xenophobic right will only grow stronger.
Henry Farrell is associate professor of political science and
international affairs at George Washington University. He works on a variety of
topics, including trust, the politics of the Internet and international and
comparative political economy.
Tuesday, December 2, 2014
Origen da Republica das Bananas
Os países da América Latina são
reputados como Repúblicas de Bananas em razão de suas fragilidades
institucionais históricas.
Esta expressão se reporta à ação
da United Fruit Company, mais conhecida pela marca Chiquita Banana, na América
Central.
Esta companhia norte-americana
transformou países inteiros em plantations de monoculturas, sobretudo bananas,
para abastecer seu mercado de origem.
Para tanto, cooptava a
diplomacia norte-americana, promovendo sublevações para derrubar regimes
democráticos e implantar ditaduras.
Para maiores informações, vide http://pt.wikipedia.org/wiki/United_Fruit_Company.
Assim, a imagem veiculada pelo
Banco Central do Equador reforça esse estereótipo, do Equador como uma
República de Bananas, ainda que involuntariamente.
É evidente que a intenção não
era essa, mas apenas uma referência às exportações equatorianas, dentre as
quais se destaca as de banana, produto do qual o país é o principal exportador
mundial.
La
United Fruit Co. Pablo Neruda, 1950
Cuando sonó la trompeta,
estuvo
todo preparado en la tierra,
y Jehova repartió el mundo
a Coca-Cola Inc., Anaconda,
Ford Motors, y otras entidades:
la Compañía Frutera Inc.
se reservó lo más jugoso,
la costa central de mi tierra,
la dulce cintura de América.
Bautizó de nuevo sus tierras
como "Repúblicas Bananas,"
y sobre los muertos dormidos,
sobre los héroes inquietos
que conquistaron la grandeza,
la libertad y las banderas,
estableció la ópera bufa:
enajenó los albedríos
regaló coronas de César,
desenvainó la envidia, atrajo
la dictadora de las moscas,
moscas Trujillos, moscas Tachos,
moscas Carías, moscas Martínez,
moscas Ubico, moscas húmedas
de sangre humilde y mermelada,
moscas borrachas que zumban
sobre las tumbas populares,
moscas de circo, sabias moscas
entendidas en tiranía.
Entre las moscas sanguinarias
la Frutera desembarca,
arrasando el café y las frutas,
en sus barcos que deslizaron como bandejas el tesoro
de nuestras tierras sumergidas.
Mientras tanto, por los abismos
azucarados de los puertos,
caían indios sepultados
en el vapor de la mañana:
un cuerpo rueda, una cosa
sin nombre, un número caído,
un racimo de fruta muerta
derramada en el pudridero.
todo preparado en la tierra,
y Jehova repartió el mundo
a Coca-Cola Inc., Anaconda,
Ford Motors, y otras entidades:
la Compañía Frutera Inc.
se reservó lo más jugoso,
la costa central de mi tierra,
la dulce cintura de América.
Bautizó de nuevo sus tierras
como "Repúblicas Bananas,"
y sobre los muertos dormidos,
sobre los héroes inquietos
que conquistaron la grandeza,
la libertad y las banderas,
estableció la ópera bufa:
enajenó los albedríos
regaló coronas de César,
desenvainó la envidia, atrajo
la dictadora de las moscas,
moscas Trujillos, moscas Tachos,
moscas Carías, moscas Martínez,
moscas Ubico, moscas húmedas
de sangre humilde y mermelada,
moscas borrachas que zumban
sobre las tumbas populares,
moscas de circo, sabias moscas
entendidas en tiranía.
Entre las moscas sanguinarias
la Frutera desembarca,
arrasando el café y las frutas,
en sus barcos que deslizaron como bandejas el tesoro
de nuestras tierras sumergidas.
Mientras tanto, por los abismos
azucarados de los puertos,
caían indios sepultados
en el vapor de la mañana:
un cuerpo rueda, una cosa
sin nombre, un número caído,
un racimo de fruta muerta
derramada en el pudridero.

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